sexta-feira, 26 de junho de 2026

Concurso da Seduc-PA terá 1.785 vagas para professor(a) e 2.000, no total (#979)

O Concurso Pública da Seduc-PA (Secretaria Executiva de Educação do Pará) poderá, em tese, sair do papel; falamos em termos de possibilidades pelas razões apresentadas, a seguir. Mas o fato novo é que o governo paraense está divulgando o Extrato do Contrato núm 29/2026 entre a SEPLAD-PA (Secretaria de Planejamento e Administração) e a FGV (Fundação Getúlio Vargas), cujo valor total estimado é de R$ 8.611.500,00 (oito milhões, seiscentos e onze mil e quinhentos reais). Esse montante milionário é a perspectiva da Seplad-Governo do Pará de arrecadação da FGV em função das inscrições de candidatos(as).

Imagem: Piauiense Concurseiro, no Instagram

Logo, a instituição organizadora do Concurso da Seduc é a FGV, respeitadíssima instituição científica sediada no Rio de Janeiro e uma das mais capacitadas, no território nacional, para desenvolver essas tarefas. Em termos de credibilidade, a gestão paraense, via Seplad, dá um passo no sentido de melhor "acalmar" as pessoas interessadas nesse certame.

VAGAS. Os poréns iniciam, agora. O Concurso foi anunciado logo no iniciado governo Helder Barbalho, quando este político estava chegando à gestão e com boas expectativas. Porém, a falta de respeito ante à população e desrespeito à Constituição federal vigente logo saltaram os anos. O Concurso não aconteceu, em 2019 e, até hoje, não. E boa parte da população está descrente, se acontecerá, ainda em 2026 (este professor blogueiro acha que acontecerá). Inclusive, pensam que o ano de eleições afastaria essa possibilidade de realização. Não é o caso. Pelo contrário, pois realizar concurso público é respeitar a Constituição; os governantes, ao assumirem (posse), juram respeitar a Constituição do país. Somente 2.000 (duas mil) vagas estarão sendo ofertadas.

Desse montante, há 21 (vinte e uma) vagas para o cargo de Especialista em Educação (na Seduc-PA, essa função equivale à Coordenação Pedagógica), o que é vergonhoso, pois a necessidade é muito e muitíssimo maior. Só e uma região, tipo a Regional de Abaetetuba, essas 21 seriam insuficientes... há 194 (cento e noventa e quatro) vagas para "diversos cargos do Quadro Administrativo", ou seja: mais de nove vezes mais vagas do que para Especialistas. O maior úmero de vagas é para professor(a), a saber: 1.785 (mil, setecentos e oitenta e cinco). Ainda assim, as críticas são grandes, embasadas e contundentes.

A Seduc-PA tem diversas regiões administrativas (por ex., a de Abaetetuba alcança seis municípios); para todas, deve ter vagas de professor(a). Há, ainda, as USE's (Unidades Seduc na Escola) e a divisão das 1.785 vagas será feita pelos chamados "componentes curriculares" - Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Educação Física e outras. Portanto, fazendo todas as distribuições de vagas por regiões e por componentes, o que resta é um número pequeno (por ex., para Inglês, Sociologia, História, Educação Física e Arte o quantitativo surge pequenino).

Assim sendo, ficam as perguntas, as dúvidas sobre a realização e as necessárias nomeações e fica a certeza de que os governos Helder Barbalho não têm a devida credibilidade, quando se trata de respeitar a população, neste tema. A Seduc-PA sacramentou o processo seletivo para contratos temporários como uma espécie de regra de sua gestão (frontal desrespeito à Constituição federal), sobretudo no pós-Simão Jatene. Fica a certeza da profunda inexpressividade e força política de Hana (MDB) diante de seu perpétuo chefe Helder Barbalho; mas fica uma dúvida, se ela, de fato, quer mostrar "pulso", "segurança" e demonstrar isso em decisões técnicas/políticas necessárias - tipo realizar o maior Concurso de sua gestão.

É possível que o Edital seja publicado, em breve, e parte (somente parte) dessas dúvidas iniciem um processo de diminuição.

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Texto: Israel Fonseca Araújo, professor e editor-chefe fundador deste Blog.

terça-feira, 16 de junho de 2026

Messi, Haaland e Mbappé contra os desalentos na "Copa Deprê" (#980)

Messi, o "extra terrestre" (ET) da bola; via GOAL.COM

O argentino Lionel Messi parece ser o "hermano" mais amado no Brasil; isso não é pouca coisa. Brasucas e argentinos não mantém boa convivência, nem no futebol profissional, nem em outras relações. Nada parecido com as guerras que vemos pela TV, enfim. Mas Messi é gênio da bola, ponto de referência em gestos humanos, inteligências e humildades. Um ídolo a seguir. Se alguém pudesse reivindicar a "tese" da plena reverência, poderíamos enunciar que Lionel é mito (sem sarcasmos, claro). Depois de Pelé, Maradona, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo Nazário de Lima e tantos outros, o que ainda endorfina nossas emoções é ter um Messi para andar, bailar e maestrar, em campo.

Se tem futebol, Copa do Mundo e paixão às mãos, esquece: o futebol da depressão só se curva a Lionel Messi (e, hoje, ele fixa 200 jogos por sua Seleção). Só Bolas de Ouro ele tem 8, não é mesmo? (Curiosidades, clique AQUI).

O norueguês Haaland super conquistou parte de nossa população; nem precisamos de pesquisas e medições para fazer tal afirmação. Mas vale à pena consultar os espaços legitimadores destes tempos: a internet. Basta ver jogos, via You Tube e outros espaços, olhar centenas de cortes (vídeos curtos) nas redes sociais e fazer outras sondagens que vamos ter mais convicção... O "Haalandinho" está no centro dos corações brasileiros. E mais que isso, amigo leitor(a): se o que lhe convence é, unicamente, números e medições, então vai ver os dele. Ponto final.

O francês Mbappé não é tão querido quanto os dois anteriores, coitado. O "Tartaruga Ninja" é relembrado e apresentado, inclusive, sob tons depreciativos, mas quem entende de futebol, sabe de suas qualidades. Dá até para ter certas reservas quanto ao sucessor de Zidane na 10 da França, mas deixar de reconhecer o que esse cara é, aí já é demais. Seria uma insanidade (e quem entende de futebol, não tem esse direito). Quantos gols o atual 10 da França ainda anotará, em Copas do Mundo?

Vejamos: Mbappé já estreou com dois tentos, hoje; "Haalandinho" fez dois, oficialmente, mas vimos o último gol da Noruega como sendo dele. Daqui a uns 13 minutos, Messi entra em campo e pode marcar.

O que seria desta Copa, profundamente marcada pelo desapego ao futebol (prática de dirigentes e políticos dirigentes, homens de negócios etc.), visceralmente engolida pelo desprezo aos direitos humanos - coisa do governo de Trump (EUA), símbolo de rendição dos esportes a um capitalismo cancerígeno? Seria coisa de pleno desencanto e desalentos, claro, respeitadas as ressalvas e pontos de vista divergentes; mas ainda temos esse trio.

A depressão, não esqueçamos, pode estar somente dando-nos um até breve, pois, em 2030 (o capitalismo estará mais cancerígeno) já teremos apenas dois dos três.

Lionel já não estará mais em campo, humanamente, eticamente, profissionalmente, poeticamente; poeticamente, pois Messi é poesia em campo.

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Estes trechos são nosso tributo ao 10 da Argentina.


domingo, 14 de junho de 2026

Ex-Virgínia e ex-FLA RJ faz golaço e salva o time pró-Neymar (#979) "Dossiê Copa Deprê"

Diante da tragédia em que se demonstrou a estréia da "Seleção de Ancelotti", coube a Vinícius Júnior a responsabilidade de, num lampejo de primeiro tempo, empatar a partida entre Marrocos e Brasil. Isso, mesmo: Marrocos, em primeiro lugar; time bravo, preparado, organizado, produtivo e que jogou com competência e amor à camisa.

O time de Neymar Jr, Neymar pai e Carlo Ancelotti fez o contrário do que Marrocos fez (Fim da postagem).

P.S.: Ex-do Flamengo e ex-da Virgínia, Vinícius perdeu seu muito badalado namoro e teve que correr em campo, dentro de suas possibilidades; ou seja, sem um time organizado e brilhante, no qual, ele pode ser o líder máximo. Agora, após o merecido descanso e regalias inefáveis, ele está prestes a correr no jogo de sexta, tem chances de fazer gol, dar assistência e arrumar uma namorada "influencer" - ou mais de uma.

O restante do grupo descansa e/ou faz dancinhas para TT...

terça-feira, 9 de junho de 2026

CBF na Copa 26: Neymar Jr. está destruindo Carlo Ancelotti (#978) "Dossiê Copa Deprê"

As estrelas são indícios de 5 Títulos de Copa do Mundo.

O respaldo de Carlo Ancelotti era mundial, em termos de futebol internacional, ainda é; mas era uma espécie de unanimidade. No planeta Bola, podemos até afirmar que era um reconhecimento planetário, supranacional. Mas sua vinda para treinar a "Seleção Brasileira" de futebol masculino produziu (aparentemente) mácula perpétua em sua biografia. Por quê? Porque o jogador Camisa 10 do Santos FC jogou a credibilidade do "mister" italiano ladeira abaixo. Quando à carreira e créditos do "professor" Ancelotti, veja na CNN Brasil, veja "Tudo" sobre Carlo Ancelotti (clicando AQUI). Ponto.

Mas qual teria sido o fatídico ato do "mister" e por que sua carreira estaria de tal forma maculada?

Acontece que Ancelotti chega ao Brasil com a credibilidade máxima possível, haja vista que os entendidos/as de futebol (negócio futebol masculino, território de Bets etc.) sabiam e sabem que técnico brasileiro não levantaria a bola da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para as alturas da credibilidade nacional (mais de 20 anos sem título, corrupção devastadora etc.). Achava-se, é certo, que Neymar Jr. e o pai deste, chamado de Neymar Pai, iriam continuar mandando e desmandando na política, nos negócios e nos estranhos negócios da CBF. Era de se acreditar que o magistral técnico italiano não se curvasse às vontades e às táticas dos Neymares. Engano dos enganos.

Ancelotti garantiu que qualquer jogador só seria chamado para a Copa do Mundo se estivesse bem, em forma e tipo com os 100%, para estrear na Copa 2026 (era assim a mensagem subliminar: "não vou convocar Neymar Jr., por enquanto, mas ele se recuperará e deverá estar bem para jogar a Copo, que é um torneio curto, de poucas semanas"). A imprensa, de certo modo vigilante, espalhou essa (quase) fake news e uma parte do país também ficou vigilante; só uma parte, pois a outra parte, politicamente bolsonarista e extremista, não quer saber de Título, de Hexa em Copa do Mundo etc., só está interessada em Neymar puxador de votos "contra o PT".

E seguia alta a credibilidade no técnico Ancelotti.

Na pré-lista, Estêvão não entrou (estava lesionado); Neymar Jr. entrou (estava lesionado ou sem disposição para treinar, jogar rsrsrsrs...). Ancelotti não teve Neymar Jr. nas partidas antes da Convocação (nem o teria nas anteriores à estreia na Copa); na tarde de Convocação oficial, Ancelotti garantiu a vaga do filho de Neymar Pai e, dentro da sala premium, a gritaria tomou conta, com coros e, quem sabe, choros de "Neymar, Neymar...".

Neymar Jr. estava lesionado, na "batata da perna". Ancelotti talvez não soubesse desse dado, pois a política na CBF, nos bastidores dos Neymares e seus negócios não permitiriam que isso fosse vazado. Ou, quem sabe, até o "mister" soubesse.

Ancelotti, já na coletiva de Convocação, manifestou felicidades e uma espécie de gratidão por ter garantido mais 4 anos de contrato com a CBF, após a Copa 2026...

Em seguida à Convocação, vazou a informação (confirmação de suspeitas) que dava conta de que o "camisa 10" da seleção estava com lesão grau 2, na panturrilha. Ou seja, Ancelotti não poderia levar um jogador nessas condições, pois sua diretriz era "estar 100% na estreia, em plenas condições de jogar"; mas levou. O que pesou nessa chamada do "menino Ney"? negócios, milhões e/ou bilhões, apoio popular, respaldo político do pai do "menino Ney" e considerável apoio da imprensa profissional e dos bolsonaristas da população.

Treinadores brasileiros não teriam pulso para deixar Neymar Jr. fora da Copa 2026; isso era e é entendimento consolidado, mas meio país acreditava que Ancelotti teria essas condições. Porém, ele não teve. Fique claro que isso não fará com que ele perca contratos na Europa e/ou nas regiões mais bilionárias e patrocinadoras do "business" (negócio) futebol masculino, nem fará que tenha sua carreira desvalorizada (ganhando ou não o Torneio de 2026, com a CBF).

Mas ele sempre saberá que sua altivez, sua biografia estão manchados, irremediavelmente (por estar no Brasil, submetendo-se à mesma corrupção "moral" de décadas, as quais dragaram treinadores, atletas, árbitros, dirigentes e demais). Ele sabe, e por anos se lembrará, que o mundo das pessoas inteligentes em futebol profissional, que analisam o negócio Futebol masculino, testemunhou a sua curvatura. Claro que o que importa é o bolso, o dinheiro e os negócios; claro que o futebol, a paixão nada vale, nessa comparação, mas a mancha seguirá. Ele, o Carlo Ancelotti, saberá.