Flávio Bolsonaro (PL) perdeu a eleição presidencial e fugiu do Brasil. Isso é conteúdo repetido, mas o que não sabíamos, com tanta riqueza de detalhes, é como teria sido essa fuga das barras da Justiça brasileira. Sim; ele fugiu diante das possibilidades da aplicação da lei penal (deu no pé para não cumprir as penas que poderiam ser decretadas contra ele). Como assim? Sendo obrigado a entregar passaportes, por decisão judicial, ele escolheu não cumprir a ordem judicial, inclusive a de não deixar o país (não ir para o exterior); sabendo que poderia ser preso, daqui a meses ou anos, ele escapou da possível aplicação das leis. As leis podem ser cumpridas, em tese, contra todos e todas os brasileiros, e F. Bolsonaro sabe disso.
No caso do então Senador pelo Rio de Janeiro, pelo PL, há duas situações bem profundas, sendo investidas e acompanhadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal); veja esta síntese:
Flávio está sendo investigado após a Polícia Federal suspeitar de lavagem de dinheiro nas relações do senador com o advogado Willer Tomaz. O inquérito foi aberto com o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR) e está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. O senador é investigado em outro inquérito, relatado pelo ministro André Mendonça, sobre possíveis irregularidades no financiamento do filme “Dark Horse”, que conta a trajetória de Jair Bolsonaro. Segundo a apuração, Flávio solicitou R$ 134 milhões para o projeto e recebeu cerca de R$ 60 milhões. O candidato afirma que se trata de financiamento privado. (fonte: sbtnews.sbt.com.br)
Sendo o Zero UM conhecedor de histórico de suspeitas, denúncias e/ou investigações em curso e de outras que podem vim a ser abertas, já estando respondendo a inquéritos no STF (caso desses dois, acima citados), sabendo ele que poderia (na verdade, deveria) ser decretada sua prisão em caráter preventivo, por essas razões ele participou de uma mega operação de fuga para os Estados Unidos da América (EUA) entre 27 e 28 de outubro de 2026. A grande engenharia de fuga estaria sendo tecida há semanas e apresentou: viagens com uso de aviões fretados, van, três registros dele mesmo (com passaportes da Itália e do Brasil, na mesma noite), denúncia de uso ilegal de carros oficiais da Argentina, participações (suspeitas) de agentes da Argentina, dos EUA e até de Israel; viagem que foi paga pelos EUA, a partir de lá, ao custo aproximado de 800 mil reais etc. (Bastidores da fuga de Flávio Bolsonaro (g1); clique aqui)
Em tempo: Flávio Bolsonaro fugiu do país no dia do aniversário de 81 do presidente Lula da Silva; ele concluiu sua fuga, ainda na condição de "servidor público"/Senador, no dia 28/10 (dia do Servidor Público/a).
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